quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O canteiro dos livros

Pedro era um rapaz que detestava ler.
A sua mãe, Selena, adorava flores, por isso tinha um canteiro com flores de todos os tipo.
O tio de Pedro chamava-se António, adorava livros e não havia um dia que não lesse um livro de 300 páginas numa hora.
Ao contrário do tio, Pedro não lia um livro por mais pequeno que fosse há mais de três anos.
Um dia, Pedro perguntou à mãe:
- Mãe, eu não cresço porquê?
A mãe, como adorava que o filho lesse livros, inventou uma desculpa:
- Isso é porque não lês! - disse numa voz de gozo.
Passados uns dias, Pedro leu um livro de ficção científica que dizia que era possível que andassem gnomos no jardim, a plantar livros nos canteiros de rosas.
Pedro, como adorou o seu livro, começou a escavar o canteiro de rosas da mãe e, de facto, não viu nada.
Passadas umas semanas, Pedro começou a ouvir vozes vindas do canteiro da mãe e, por curiosidade, foi olhar e viu que estavam a crescer livros nas rosas em vez de picos.
Recolheu um livro, depois outro, até ter as mãos cansadas.
Em casa pôs os livrinhos na sua secretária.
Pedro, agora mais entusiasmado do que nunca com os livros, começou a ler em voz alta. Reparou que, da secretária, começou a ouvir umas vozes muito agudas e foi ver.
Eram os livros que tinham ganho vida e falavam. Então, um dos livros disse:
- Quanto mais leres mais nós crescemos, por isso, continua a ler!

Pedro fez o que o livro disse e, ao fim de uns meses, os livros estavam enormes. Pedro acabou de ler o seu livro e depois leu um ajudante do Livro Supremo e assim isto foi-se repetindo ao longo dos anos até chegar a vez de ler o grande Livro Supremo com 810 páginas, cujo título era "BRISINGR", tinha um dragão dourado na capa e falava sobre um rapaz e um dragão que, com a ajuda dos VARDEN, que eram um povo rebelde, conseguiram derrotar Galbatórix que era um rei arrogante, mau, sem piedade, enfim.

Leu esse livro e continuou a ler livros até estar enorme, quase do tamanho da mãe, não cresceu só no corpo, mas também cresceu de juízo.
Por isso, ler faz crescer em todos os aspectos.

André Taquelim nº4 5ºD


EB 2,3 nº1 - professora Filomena Romão

Tim, o cão


Acerca dos livros dos Cinco...
O Tim é o tipo de cão que todas os adolescentes e crianças, rapazes ou raparigas, gostariam de ter. É um cão esperto, amigável, simpático, divertido e defende sempre a sua dona e os seus amigos.
O Tim participa em todas as aventuras dos Cinco, mesmo não percebendo nada ajuda os Cinco a sair dos maiores sarilhos em que se metem.
Para o Tim os Cinco são a sua família.

assinado: Rita Cysneiros & Margarida Cravalho (6ºD) - as repórteres da biblioteca

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Ler ajudou o Tiago a crescer

O Tiago era rapaz humilde, com o cabelo castanho-amarelado e olhos azuis.
Quando Tiago lia um texto, não ligava ao sentido das palavras, estavam ali por estar. Quem escreveu os textos, pôs palavras só por pôr - pensava ele.
Certo dia, dada a nota negativa a Português, foi falar com o professor António José.
António José era um homem culto, todo ligado à literatura, reformado, depois de ter sido um grande professor de Português, da Secundária lá do bairro.
Gaspar era o irmão mais velho de Tiago, ele tinha sido aluno do professor e António José dissera a Tiago:
Irmão, aquele professor ajudou-me imenso a perceber o sentido das palavras.
O Tiago determinado, tocou a campainha e perguntou:
- Professor, pode explicar-me o sentido das palavras?
- Meu jovem, claro que sim!
No final do quarto ano, Tiago tirou "Excelente" a Português.
Tiago tinha o quarto transformado numa biblioteca, ele adorava ler, chegou a ler livros com mil e duas páginas.
O local que ele mais adorava era a biblioteca da escola, todos os dias, depois das aulas, instalava-se lá a ler palavras e a compreendê-las.
No quinto ano, a professora de Português adorava a forma como ele interpretava um texto e expressava o seu pensamento sobre os textos, sabia os adjectivos, verbos, etc, de uma ponta à outra. Nesse ano ganhou cinco concursos de literatura na escola.
Chegou a escrever um livro e leu-o aos seus colegas.
Os anos iam passando, ele lia cada vez mais e melhor! Agora, com trinta e cinco anos, recorda na memória o professor António José e diz:
- Ler ajudou-me imenso a crescer!
O Tiago é escritor e já escreveu livros muito elaborados tanto para crianças como para adultos e continua a dizer:
- Cada palavra tem um enigma.
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EB 2,3 nº1 - Professora Filomena Romão

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Diz-me o que comes...


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Exposição dos trabalhos do Concurso de Ementas do 2º ciclo, dinamizado pelos professores de Ciências da Natureza. E aqui fica a sugestão para uma refeição equilibrada:

Sopa de legumes, pescada no forno com puré de batata e feijão verde, um pão de mistura e maçã assada.
Bom Apetite!
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EB 2,3 nº1

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Os famosos cinco


Acerca dos livros dos Cinco...
A personagem que mais admiro é a Zé. A Zé é o estilo de rapariga que eu gosto imenso, é aquilo a que chamamos uma Maria Rapaz.
Não tem medo de nada e gosta de ser tratada como um rapaz, não como uma rapariga delicada que não pode fazer nada porque se pode arranhar e sim como um rapaz forte e resistente que consegue superar as suas dificuldades sozinho.
E a Zé percebe bem a carga de ser rapaz pois não é diferente da grande dificuldade de ser rapariga.


assinado: Rita Cysneiros & Margarida Carvalho (6ºD) - as repórteres da biblioteca

Bom 2009!!!




imagens retiradas do sítio: marianamassarani.blogspot.com

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Hoje no Lar Rainha D. Leonor






Uma parceria entre as turmas 9ºA, 9ºC, CEF e o Grupo das Palavras Encantadas, com poesia, contos, música e lanche.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Na feira do livro...

Obrigada aos seguintes contadores de histórias:

professoras Ercília, Ana Ribeiro, Guilhermina, educadora Maria Belchior e Bruno Batista, da Biblioteca Municipal.

EB 2,3 nº1

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

De que nos falam os livros da feira


"A partir do momento em que se coloca o problema do tempo para ler, é porque a vontade não está lá. Porque, se pensarmos bem, ninguém jamais tem tempo para ler. Nem pequenos, nem adolescentes, nem grandes. A vida é um entrave permanente à leitura.
(...) O tempo para ler é sempre um tempo roubado. (Tanto como o tempo para escrever, aliás, ou o tempo para amar.).
Roubado a quê?
Digamos, à obrigação de viver.
(...) O tempo para ler, como o tempo para amar, dilata o tempo para viver.
(...)Eu nunca tive tempo para ler, mas nada, jamais, pôde me impedir de terminar um romance de que eu gostasse.
A leitura não depende da organização do tempo social, ela é, como o amor, uma maneira de ser.
A questão não é saber se tenho tempo para ler ou não (tempo que, aliás, ninguém me dará), mas se me ofereço ou não a felicidade de ser leitor.”

Este livro é uma declaração de amor ao acto de Ler, além de um excelente guia para pais e professores sobre como aproximar crianças e jovens da leitura.

O autor deste livro, Daniel Pennac, adverte para o facto de que nem todos continuarão a ler pela vida fora e sistematiza os direitos do leitor, propondo dez itens, cujo primeiro é o direito de não ler:
DIREITOS IMPRESCRITÍVEIS DO LEITOR
1. O direito de não ler.
2. O direito de pular páginas.
3. O direito de não terminar um livro.
4. O direito de reler.
5. O direito de ler qualquer coisa.
6. O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível).
7. O direito de ler em qualquer lugar.
8. O direito de ler uma frase aqui e outra ali.
9. O direito de ler em voz alta.
10. O direito de calar.

Daniel Pennac é um dos grandes romancistas da actualidade francesa e a sua obra aborda vários géneros como o ensaio, o teatro, o conto, a fábula e a banda desenhada. Como Um Romance expõe a sua teoria sobre o estímulo à leitura entre os jovens, baseada em muitos anos de prática como professor de Literatura em liceus de Paris.

De que nos falam os livros da feira


No livro O GAG, o autor conta-nos a história de um gigante que guarda sonhos dentro de frascos como por exemplo “vou a subir o monte Evereste sozinha com o meu gato”, “estou a inventar um carro que funciona a pasta de dentes” ou “sou capaz de fazer com que as luzes se acendam e se apaguem, só por desejá-lo”, no DEDO MÁGICO uma menina de oito anos, de cada vez que se irrita com alguém, aponta-lhe o dedo e transforma-o.

Roald Dahl (1916-1990) nasceu no País de Gales, filho de pais noruegueses.
A sua imaginação foi muito estimulada na infância pelas histórias que sua mãe lhe contava sobre os trolls, as míticas criaturas das lendas norueguesas.
Foi, durante a Segunda Guerra Mundial, um agente secreto.
Dahl foi novelista, principalmente de contos infantis, mas também de novelas adultas.
Ficou conhecido internacionalmente conhecido como o autor do livro Charlie e a Fábrica de Chocolate, que já teve duas adaptações para o cinema (a última transposição do conto para a tela foi com o filme do realizador Tim Burton, com o actor Johnny Depp no papel de Willy Wonka) e com os Contos do Imprevisto, adaptados para a televisão.

Site oficial de Roald Dahl:
http://www.roalddahl.com

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

...e a Feira do Livro continua

Podes visitar a Feira do Livro até ao fim desta semana.

Na EB 2,3 nº1.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Feira do Livro



A Feira do Livro na Biblioteca da EB 2,3 nº1 começou hoje.
Podes visitá-la até ao próximo dia 12 de Dezembro.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Pré-História na Biblioteca


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Temos esta semana, a decorrer na BE da EB 2,3 nº1, uma exposição sobre a pré-história.
A exposição foi organizada no âmbito da disciplina de História, pelo professor João Figueiredo e alunos do 7º ano. A professora Mara (Educação Visual) colaborou nesta actividade.
A exposição contou também com a colaboração da professora Lurdes Catarina.
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EB 2,3 nº1

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Histórias com Palavras Mágicas


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Na semana passada os alunos e professores deslocaram-se à Biblioteca Municipal para ouvir histórias.
As imagens são de Sexta-feira e mostram a contadora Luzia do Rosário.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Como se conta uma história?



Como se conta uma história?
Foi o que o Bruno Batista (da Biblioteca Municipal) foi explicar ao grupo de alunos que formam as Palavras Encantadas e à D.Glória, à D.Bemvinda, ao Sr.Pacheco e restantes amigos que vieram do Lar Rainha Santa Leonor.
Para quê?
É que, na última semana de aulas os alunos do Grupo das Palavras Encantadas vão ao Lar para contar contos de Natal e pediram a alguns utentes do Lar que se juntassem a eles.
Este foi o primeiro ensaio.
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na EB 2,3 nº1

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Palavras mágicas

Na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas - V Encontro de Contos e Contadores de Histórias.

Além das sessões, durante o dia, para as crianças, idosos e grupos específicos, à noite há histórias para todos, sempre às 21h30:

Programa:
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17 - Segunda
Histórias de Sal - Noite de contos pelo Grupo de Contadores de Estórias do Teatro Experimental de Lagos
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18 - Terça
Retablilo de Tíberes y Cuentos - Teatro de objectos e narração oral por Rodorin (marionetista e narrador, Espanha, Madrid)
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19 - Quarta
Contos Populares e Narração - Mesa redonda com Rui Marques Veloso, Glória Maria Marreiros e António Fontinha
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20 - Quinta
A Sul de Ti - Um espectáculo de Música e Poesia (desenhado a partir da escrita poética de Jorge Serafim)
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21 - Sexta
Livros de Crianças - Como fazer da aprendizagem e da leitura algo divertido utilizando métodos simples e ideias criativas - Oficina para pais e educadores por Maurício Corrêa Leite (educador brasileiro)
Histórias de Pijama - Actividade de animação à leitura dedicada às crianças por Nelda Magalhães (formadora em teatro e animação cultural)
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22 - Sábado
9h30 e 10h30
1, 2, 3... uma colher de cada vez - actividade de leitura para as famílias por Mafalda Milhões (editora, livreira, ilustradora e contadora de histórias)
15h30
Lançamento do livro MALAQUIAS com os autores Cristina Taquelim (texto) e Jorge Pereira (ilustrações)
21h30
Noite de narração oral com Cristina Taquelim (mediadora da leitura e narradora) e Nicolás Buenaventura (realizador de cinema, guionista e narrador, Colômbia)


Rodorin; Maurício Corrêa Leite; Cristina Taquelim; Paula Carballeira; Jorge Serafim; Nicolás Buenaventura; Clara Haddad

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

letrapequenaonline.blogspot.com

Eu Sou Um Lápis

Um escritor de livros infantis é desafiado a orientar uma oficina de escrita para crianças do terceiro ano, em Queens, Nova Iorque. E aceita. Depois de conhecer aqueles 28 alunos de 21 nacionalidades e de 11 línguas, nunca mais os larga. “Adopta” a turma durante três anos e ensina-a a ler e a escrever o mundo. Porque acredita que as palavras salvam.“Cheguei cedo, a tempo de ver os adultos levarem os seus pequenitos à escola. Que visão! De mão dada, vinham de todas as direcções: rapazes e raparigas com os pais cubanos de bonés de basebol, ‘sikhs’ de barba e turbante, latinas de saltos altos e unhas pintadas, mulheres indonésias cobertas com véus, avós chinesas de casacos à Mao e ténis, hindus com pintas vermelhas na testa. Havia um ambiente épico, todos aqueles imigrantes, aqueles pais esperançados que tinham conseguido chegar a Queens e depois procurado a escola, o objectivo da sua viagem, para que os filhos tivessem uma vida melhor” (pág. 47). Nesta passagem fica descrito com clareza o ambiente onde o escritor iria entrar, apaixonar-se e não querer sair.Eu Sou Um Lápis é um livro que educadores e professores vão gostar de ler. Valoriza a profissão docente e faz acreditar no papel essencial que têm na formação das crianças com quem contactam. A obra lembra como os primeiros anos de escolaridade são cruciais na definição do valor que se atribui ao conhecimento, numa altura da vida das crianças em que (quase) tudo é ainda possível.

Mr. Swope não é um professor qualquer, mas a directora da escola, que o convidou, também não. Veja-se: por respeito à diversidade de religiões e doutrinas dos alunos, a escola não festejava o Natal com árvores e o Pai Natal. “No dia anterior às férias tivemos uma pequena festa. As crianças escreveram poemas às famílias e fizeram cartões. Mrs. Duncan deu um livro a cada um e eu dei a todos três palavras diferentes, palavras que escrevera para eles, palavras grandes e bonitas que eles não conheciam, palavras que escrevi com letra desenhada, em cartõezinhos atados com uma fita” (pág. 80).Gary, Najiyah, Nazuk, Su Jung, Miguel, Aaron, Noelia, Meikai, Maya, Fatma, Jessica são alguns dos nomes dos alunos que participam nas actividades criativas e inesperadas do professor. O projecto da caixa, que consistia na construção de uma caixa em que se iria pôr um livro com a história da caixa que o continha; o projecto da ilha, em que os alunos desenhavam uma ilha com a forma do seu corpo e criavam uma história que ali acontecesse e, finalmente, o projecto da árvore, em que cada aluno escolheria uma árvore adoptiva e a quem escreveria todo o ano.Algumas frases dos alunos sobre as árvores: “Uma árvore é como um miúdo a brincar com o vento”; “Uma árvore é corajosa, não foge”; “Uma árvore é sítio para se estar dentro, quando estamos tristes.”

A obra de Sam Swope foi nomeada para o melhor livro de 2004 pela revista Publishers Weekly e foi vencedor do Books for a Better Life Award (2004) e do Cristopher Award para 2005.Numa das lições, o professor pediu que cada aluno escrevesse um poema sobre si próprio, de que se regista o início de alguns: “Eu sou um quadro / Oh, sou arranhado pelo giz e apenas... / apenas usado, controlado, nunca apreciado” (Matthew); “Não sou uma, mas muitas/ Histórias de um livro, / Com alguma coisa para dizer sempre” (Najiyah); “Sou um ramo partido/ No Chão/ Sou pisado” (Nazuk). Por último, a tímida e insegura Jessica liberta-se: “Eu sou um lápis / Pronto para escrever / A minha vida.”Eu Sou Um Lápis; Autor: Sam Swope; Tradutor: Lucília Filipe; Editor: Sinais de Fogo; 392 págs., 22 eurosSe as palavras salvam, alguns professores também.

Publicada por Rita Pimenta em http://letrapequenaonline.blogspot.com/

Quando Letra pequena era offline e se publicava no Mil Folhas (suplemento do Público que saía ao fim-de-semana), ocupava uma página no primeiro sábado de cada mês. O texto que hoje se recupera foi aí divulgado em Agosto de 2006. Letra pequena online repete-o agora para recordar a importância que alguns professores têm nas nossas vidas. Um aspecto que anda esquecido, embora muito se fale de escolas.
O Mil Folhas era editado por Isabel Coutinho (
ciberescritas), a principal responsável por estarmos aqui agora: o leitor e a Letra pequena.
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Um Blog a espreitar!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Filme do Mês


O Filme do Mês é agora Astérix e Obélix - Missão Cleópatra.
Na Biblioteca encontras um pacote com três filmes do Astérix - Astérix e Obélix contra César; Astérix nos Jogos Olímpicos e Astérix e Obélix - Missão Cleópatra.

Neste último filme a cena passa-se no ano LII (sim, 52!) a.C. A Gália pode ainda não ter sido ocupada, mas o Egipto, governado pela poderosa Cleópatra - sim, a do nariz - caiu sob o Jugo do Império Romano. Ainda pior, Cléopatra entregou o seu coração a César, Júlia César, Imperador de todos os grandes povos. Pelo menos é o que ele diz. Cansada das bocas sarcásticas de César, a bela e orgulhosa rainha faz uma aposta com ele: se conseguir em III meses (sim, 3!), construir para ele o mais esplendoroso palácio no meio do deserto, ele terá que admitir publicamente que os egípcios são o maior dos povos!

Fica aqui o desafio - vê o filme e faz um desenho ou escreve sobre ele.

Actividade dinamizada pela professora Madeleine Silva - na EB2,3 nº1