terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Na feira do livro...
Obrigada aos seguintes contadores de histórias:
professoras Ercília, Ana Ribeiro, Guilhermina, educadora Maria Belchior e Bruno Batista, da Biblioteca Municipal.
EB 2,3 nº1
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
De que nos falam os livros da feira
"A partir do momento em que se coloca o problema do tempo para ler, é porque a vontade não está lá. Porque, se pensarmos bem, ninguém jamais tem tempo para ler. Nem pequenos, nem adolescentes, nem grandes. A vida é um entrave permanente à leitura.
(...) O tempo para ler é sempre um tempo roubado. (Tanto como o tempo para escrever, aliás, ou o tempo para amar.).
Roubado a quê?
Digamos, à obrigação de viver.
(...) O tempo para ler, como o tempo para amar, dilata o tempo para viver.
(...)Eu nunca tive tempo para ler, mas nada, jamais, pôde me impedir de terminar um romance de que eu gostasse.
A leitura não depende da organização do tempo social, ela é, como o amor, uma maneira de ser.
A questão não é saber se tenho tempo para ler ou não (tempo que, aliás, ninguém me dará), mas se me ofereço ou não a felicidade de ser leitor.”
Este livro é uma declaração de amor ao acto de Ler, além de um excelente guia para pais e professores sobre como aproximar crianças e jovens da leitura.
O autor deste livro, Daniel Pennac, adverte para o facto de que nem todos continuarão a ler pela vida fora e sistematiza os direitos do leitor, propondo dez itens, cujo primeiro é o direito de não ler:
DIREITOS IMPRESCRITÍVEIS DO LEITOR
1. O direito de não ler.
2. O direito de pular páginas.
3. O direito de não terminar um livro.
4. O direito de reler.
5. O direito de ler qualquer coisa.
6. O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível).
7. O direito de ler em qualquer lugar.
8. O direito de ler uma frase aqui e outra ali.
9. O direito de ler em voz alta.
10. O direito de calar.
Daniel Pennac é um dos grandes romancistas da actualidade francesa e a sua obra aborda vários géneros como o ensaio, o teatro, o conto, a fábula e a banda desenhada. Como Um Romance expõe a sua teoria sobre o estímulo à leitura entre os jovens, baseada em muitos anos de prática como professor de Literatura em liceus de Paris.
De que nos falam os livros da feira
No livro O GAG, o autor conta-nos a história de um gigante que guarda sonhos dentro de frascos como por exemplo “vou a subir o monte Evereste sozinha com o meu gato”, “estou a inventar um carro que funciona a pasta de dentes” ou “sou capaz de fazer com que as luzes se acendam e se apaguem, só por desejá-lo”, no DEDO MÁGICO uma menina de oito anos, de cada vez que se irrita com alguém, aponta-lhe o dedo e transforma-o.
Roald Dahl (1916-1990) nasceu no País de Gales, filho de pais noruegueses.
A sua imaginação foi muito estimulada na infância pelas histórias que sua mãe lhe contava sobre os trolls, as míticas criaturas das lendas norueguesas.
Foi, durante a Segunda Guerra Mundial, um agente secreto.
Dahl foi novelista, principalmente de contos infantis, mas também de novelas adultas.
Ficou conhecido internacionalmente conhecido como o autor do livro Charlie e a Fábrica de Chocolate, que já teve duas adaptações para o cinema (a última transposição do conto para a tela foi com o filme do realizador Tim Burton, com o actor Johnny Depp no papel de Willy Wonka) e com os Contos do Imprevisto, adaptados para a televisão.
Site oficial de Roald Dahl:
http://www.roalddahl.com
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
...e a Feira do Livro continua
Podes visitar a Feira do Livro até ao fim desta semana.
Na EB 2,3 nº1.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Pré-História na Biblioteca

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Temos esta semana, a decorrer na BE da EB 2,3 nº1, uma exposição sobre a pré-história.
A exposição foi organizada no âmbito da disciplina de História, pelo professor João Figueiredo e alunos do 7º ano. A professora Mara (Educação Visual) colaborou nesta actividade.
A exposição contou também com a colaboração da professora Lurdes Catarina.
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EB 2,3 nº1
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Como se conta uma história?


Como se conta uma história?
Foi o que o Bruno Batista (da Biblioteca Municipal) foi explicar ao grupo de alunos que formam as Palavras Encantadas e à D.Glória, à D.Bemvinda, ao Sr.Pacheco e restantes amigos que vieram do Lar Rainha Santa Leonor.
Para quê?
É que, na última semana de aulas os alunos do Grupo das Palavras Encantadas vão ao Lar para contar contos de Natal e pediram a alguns utentes do Lar que se juntassem a eles.
Este foi o primeiro ensaio.
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na EB 2,3 nº1
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Palavras mágicas

Na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas - V Encontro de Contos e Contadores de Histórias.
Além das sessões, durante o dia, para as crianças, idosos e grupos específicos, à noite há histórias para todos, sempre às 21h30:
Programa:
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17 - Segunda
Histórias de Sal - Noite de contos pelo Grupo de Contadores de Estórias do Teatro Experimental de Lagos
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18 - Terça
Retablilo de Tíberes y Cuentos - Teatro de objectos e narração oral por Rodorin (marionetista e narrador, Espanha, Madrid)
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19 - Quarta
Contos Populares e Narração - Mesa redonda com Rui Marques Veloso, Glória Maria Marreiros e António Fontinha
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20 - Quinta
A Sul de Ti - Um espectáculo de Música e Poesia (desenhado a partir da escrita poética de Jorge Serafim)
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21 - Sexta
Livros de Crianças - Como fazer da aprendizagem e da leitura algo divertido utilizando métodos simples e ideias criativas - Oficina para pais e educadores por Maurício Corrêa Leite (educador brasileiro)
Histórias de Pijama - Actividade de animação à leitura dedicada às crianças por Nelda Magalhães (formadora em teatro e animação cultural)
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22 - Sábado
9h30 e 10h30
1, 2, 3... uma colher de cada vez - actividade de leitura para as famílias por Mafalda Milhões (editora, livreira, ilustradora e contadora de histórias)
15h30
Lançamento do livro MALAQUIAS com os autores Cristina Taquelim (texto) e Jorge Pereira (ilustrações)
21h30
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
letrapequenaonline.blogspot.com
Eu Sou Um Lápis

Mr. Swope não é um professor qualquer, mas a directora da escola, que o convidou, também não. Veja-se: por respeito à diversidade de religiões e doutrinas dos alunos, a escola não festejava o Natal com árvores e o Pai Natal. “No dia anterior às férias tivemos uma pequena festa. As crianças escreveram poemas às famílias e fizeram cartões. Mrs. Duncan deu um livro a cada um e eu dei a todos três palavras diferentes, palavras que escrevera para eles, palavras grandes e bonitas que eles não conheciam, palavras que escrevi com letra desenhada, em cartõezinhos atados com uma fita” (pág. 80).Gary, Najiyah, Nazuk, Su Jung, Miguel, Aaron, Noelia, Meikai, Maya, Fatma, Jessica são alguns dos nomes dos alunos que participam nas actividades criativas e inesperadas do professor. O projecto da caixa, que consistia na construção de uma caixa em que se iria pôr um livro com a história da caixa que o continha; o projecto da ilha, em que os alunos desenhavam uma ilha com a forma do seu corpo e criavam uma história que ali acontecesse e, finalmente, o projecto da árvore, em que cada aluno escolheria uma árvore adoptiva e a quem escreveria todo o ano.Algumas frases dos alunos sobre as árvores: “Uma árvore é como um miúdo a brincar com o vento”; “Uma árvore é corajosa, não foge”; “Uma árvore é sítio para se estar dentro, quando estamos tristes.”
A obra de Sam Swope foi nomeada para o melhor livro de 2004 pela revista Publishers Weekly e foi vencedor do Books for a Better Life Award (2004) e do Cristopher Award para 2005.Numa das lições, o professor pediu que cada aluno escrevesse um poema sobre si próprio, de que se regista o início de alguns: “Eu sou um quadro / Oh, sou arranhado pelo giz e apenas... / apenas usado, controlado, nunca apreciado” (Matthew); “Não sou uma, mas muitas/ Histórias de um livro, / Com alguma coisa para dizer sempre” (Najiyah); “Sou um ramo partido/ No Chão/ Sou pisado” (Nazuk). Por último, a tímida e insegura Jessica liberta-se: “Eu sou um lápis / Pronto para escrever / A minha vida.”Eu Sou Um Lápis; Autor: Sam Swope; Tradutor: Lucília Filipe; Editor: Sinais de Fogo; 392 págs., 22 eurosSe as palavras salvam, alguns professores também.
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Um escritor de livros infantis é desafiado a orientar uma oficina de escrita para crianças do terceiro ano, em Queens, Nova Iorque. E aceita. Depois de conhecer aqueles 28 alunos de 21 nacionalidades e de 11 línguas, nunca mais os larga. “Adopta” a turma durante três anos e ensina-a a ler e a escrever o mundo. Porque acredita que as palavras salvam.“Cheguei cedo, a tempo de ver os adultos levarem os seus pequenitos à escola. Que visão! De mão dada, vinham de todas as direcções: rapazes e raparigas com os pais cubanos de bonés de basebol, ‘sikhs’ de barba e turbante, latinas de saltos altos e unhas pintadas, mulheres indonésias cobertas com véus, avós chinesas de casacos à Mao e ténis, hindus com pintas vermelhas na testa. Havia um ambiente épico, todos aqueles imigrantes, aqueles pais esperançados que tinham conseguido chegar a Queens e depois procurado a escola, o objectivo da sua viagem, para que os filhos tivessem uma vida melhor” (pág. 47). Nesta passagem fica descrito com clareza o ambiente onde o escritor iria entrar, apaixonar-se e não querer sair.Eu Sou Um Lápis é um livro que educadores e professores vão gostar de ler. Valoriza a profissão docente e faz acreditar no papel essencial que têm na formação das crianças com quem contactam. A obra lembra como os primeiros anos de escolaridade são cruciais na definição do valor que se atribui ao conhecimento, numa altura da vida das crianças em que (quase) tudo é ainda possível.
Mr. Swope não é um professor qualquer, mas a directora da escola, que o convidou, também não. Veja-se: por respeito à diversidade de religiões e doutrinas dos alunos, a escola não festejava o Natal com árvores e o Pai Natal. “No dia anterior às férias tivemos uma pequena festa. As crianças escreveram poemas às famílias e fizeram cartões. Mrs. Duncan deu um livro a cada um e eu dei a todos três palavras diferentes, palavras que escrevera para eles, palavras grandes e bonitas que eles não conheciam, palavras que escrevi com letra desenhada, em cartõezinhos atados com uma fita” (pág. 80).Gary, Najiyah, Nazuk, Su Jung, Miguel, Aaron, Noelia, Meikai, Maya, Fatma, Jessica são alguns dos nomes dos alunos que participam nas actividades criativas e inesperadas do professor. O projecto da caixa, que consistia na construção de uma caixa em que se iria pôr um livro com a história da caixa que o continha; o projecto da ilha, em que os alunos desenhavam uma ilha com a forma do seu corpo e criavam uma história que ali acontecesse e, finalmente, o projecto da árvore, em que cada aluno escolheria uma árvore adoptiva e a quem escreveria todo o ano.Algumas frases dos alunos sobre as árvores: “Uma árvore é como um miúdo a brincar com o vento”; “Uma árvore é corajosa, não foge”; “Uma árvore é sítio para se estar dentro, quando estamos tristes.”
A obra de Sam Swope foi nomeada para o melhor livro de 2004 pela revista Publishers Weekly e foi vencedor do Books for a Better Life Award (2004) e do Cristopher Award para 2005.Numa das lições, o professor pediu que cada aluno escrevesse um poema sobre si próprio, de que se regista o início de alguns: “Eu sou um quadro / Oh, sou arranhado pelo giz e apenas... / apenas usado, controlado, nunca apreciado” (Matthew); “Não sou uma, mas muitas/ Histórias de um livro, / Com alguma coisa para dizer sempre” (Najiyah); “Sou um ramo partido/ No Chão/ Sou pisado” (Nazuk). Por último, a tímida e insegura Jessica liberta-se: “Eu sou um lápis / Pronto para escrever / A minha vida.”Eu Sou Um Lápis; Autor: Sam Swope; Tradutor: Lucília Filipe; Editor: Sinais de Fogo; 392 págs., 22 eurosSe as palavras salvam, alguns professores também.
Publicada por Rita Pimenta em http://letrapequenaonline.blogspot.com/
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Quando Letra pequena era offline e se publicava no Mil Folhas (suplemento do Público que saía ao fim-de-semana), ocupava uma página no primeiro sábado de cada mês. O texto que hoje se recupera foi aí divulgado em Agosto de 2006. Letra pequena online repete-o agora para recordar a importância que alguns professores têm nas nossas vidas. Um aspecto que anda esquecido, embora muito se fale de escolas.
O Mil Folhas era editado por Isabel Coutinho (ciberescritas), a principal responsável por estarmos aqui agora: o leitor e a Letra pequena.
O Mil Folhas era editado por Isabel Coutinho (ciberescritas), a principal responsável por estarmos aqui agora: o leitor e a Letra pequena.
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Um Blog a espreitar!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Filme do Mês
O Filme do Mês é agora Astérix e Obélix - Missão Cleópatra.

Neste último filme a cena passa-se no ano LII (sim, 52!) a.C. A Gália pode ainda não ter sido ocupada, mas o Egipto, governado pela poderosa Cleópatra - sim, a do nariz - caiu sob o Jugo do Império Romano. Ainda pior, Cléopatra entregou o seu coração a César, Júlia César, Imperador de todos os grandes povos. Pelo menos é o que ele diz. Cansada das bocas sarcásticas de César, a bela e orgulhosa rainha faz uma aposta com ele: se conseguir em III meses (sim, 3!), construir para ele o mais esplendoroso palácio no meio do deserto, ele terá que admitir publicamente que os egípcios são o maior dos povos!
Fica aqui o desafio - vê o filme e faz um desenho ou escreve sobre ele.
Actividade dinamizada pela professora Madeleine Silva - na EB2,3 nº1
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Toca a concorrer

Este ano o Concurso Leitor/Escritor é sobre o nosso já conhecido Rui Grácio.
Podes concorrer nas modalidades de Desenho e Escrita e participar com a tua turma e com a orientação do professor ou individualmente.
A data de entrega dos trabalhos é dia 6 de Março de 2009, na Biblioteca Escolar ou na Biblioteca Municipal.
O regulamento encontra-se na Biblioteca da Escola.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Decoração Halloween
A professora Lurdes Catarina ajudou a decorar a Biblioteca nesta data tão sinistra.
O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional que ocorre nos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido.
As fantasias e decorações por ocasião desta festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e toda a espécie de monstros horríveis.
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EB 2,3 nº1
Mais uma visita do escritor Rui Grácio
Hoje foi a vez dos alunos da EB1 nº3 conhecerem o escritor Rui Grácio.


Este é um livro sobre a vida de um gato num apartamento. Sobre o ar livre que corre pelo telhado, os sons reveladores que por ele ecoam e a natureza deste animal felino. É também um livro sobre pessoas e sobre portas que se abrem e se fecham. E, como não podia deixar de ser, é uma história onde o miar comunica de muitas maneiras.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Rui Grácio na EB 2,3 nº1
Os alunos do 5ºD, 5ºG e 6ºF tiveram hoje oportunidade para falar com o escritor Rui Grácio acerca do seu livro O Afinador de Palavras.
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"Perturbado pelos seus pensamentos, Alfredo lança-se na escrita e percebe que precisa de afinar cada palavra que usa. Embrenhado nas ideias que no texto se vão desenhando, descobre que o mundo da escrita é cheio de subtilezas e que, por vezes, as palavras parecem ter vida própria."

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